quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Porque este tema ?

Por um motivo óbvio todos usam as pilhas em nosso dia-a-dia para usarmos diversos aparelhos, mas não sabemos como funcionam as pilhas.



  1. PILHAS
Alessandro Giuseppe Antonio Anastasio Volta foi um fisico italiano conhecido especialmente pela invenção da bateria.

Em 1800, como resultado de uma discórdia profissional sobre a resposta galvânica, advocado por Luigi Galvani (onde metais produziriam eletricidade apenas em contato com tecido animal), Volta desenvolveu a pilha voltaica (comprovando que para a produção de eletricidade, a presença de tecido animal não era necessária), um predecessor da bateria elétrica. Volta determinou que os melhores pares de metais dissimilares para a produção de eletricidade eram zinco e prata.
Após muitas pesquisas foi desenvolvido um dispositivo formados por prata e zinco, ou prata e chumbo, ou prata e estanho ou por cobre e estanho , cada par metálico era separado por um disco de material poroso embebida em uma solução de sal, o disco inferior era sempre de prata e o superior de zinco, essas placas terminais eram ligados fios metálicos para conduzir a eletricidade produzida.
Então, como explicaríamos o funcionamento da pilha?
Suponhamos, por exemplo, que separemos fisicamente a barra de zinco de uma solução de sulfato de cobre.
O zinco é imerso numa solução de sulfato de cobre, assim como uma barra de cobre. As duas barras encontram-se interligadas eletricamente mediante um fio. Este dispositivo forma uma pilha
As barras de zinco e de cobre são denominadas eletrodos e fornecem a superfície na qual ocorrem as reações de oxidação e de redução.
Se os eletrodos de zinco e cobre forem ligados entre si, por meio de um circuito externo, haverá um escoamento de elétrons através desse circuito, do eletrodo de zinco para o de cobre, em cuja superfície serão recebidos pelos íons Cu+2
















   1.      PILHAS E SUAS CURIOSIDADES:

No Brasil são produzidas em media 800 milhões de pilhas por ano para usarmos em nosso dia-a-dia mas as pilhas não são tão inofensivas quanto parece, as pilhas estão sendo grandes causadoras para o problema ambiental. Classificadas como resíduos perigosos: são os que apresentam periculosidade ou uma das seguintes características - inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxidade ou patogenicidade as pilhas quando jogada em rios, lixo comum, etc. Pode causar danos a alimentação humana por causa dos elementos que contém as pilhas. As pilhas comuns são compostas de três metais pesados: zinco, chumbo e manganês, além de substâncias perigosas como o cádmio, o cloreto de amônia e o negro de acetileno, já as alcalinas tem como elemento principal  o mercúrio, uma das substâncias mais tóxicas que se conhece.
O tempo de degradação de uma pilha e de 100 a 500 anos já os metais pesados não são degradados por isso que quando jogada fora uma pilha ela deve estar sendo reciclada para um aterro industrial.
Efeitos dos metais pesados:
·         Mercúrio: Distúrbios renais e neurológicos (irritabilidade, timidez e problema de memória), mutações genéticas, e alterações no metabolismo e deficiências nos órgãos sensoriais (tremores, distorções da visão e da audição).
  • Cádmio: Agente cancerígeno, teratogênico e pode causar danos ao sistema nervoso.
  • Acumula-se, principalmente, nos rins, fígado e nos ossos; provocam dores reumáticas e miálgicas, distúrbios metabólicos que levam à osteoporose, disfunção renal e câncer.
  • Chumbo: Gera perda de memória, dor de cabeça, irritabilidade, tremores musculares, lentidão de raciocínio, alucinação, anemia, depressão, insônia, paralisia, salivação, náuseas, vômitos, cólicas, perda do tônus muscular, atrofia e perturbações visuais, e hiperatividade.
  • Lítio: afeta o sistema nervoso central, gerando visão turva, ruídos nos ouvidos, vertigens, debilidade e tremores;
  • Níquel: provoca dermatites, distúrbios respiratórios, gengivites, sabor metálico, “sarna de níquel”, efeitos carcinogênicos, cirrose e insuficiência renal;
  • Zinco: provoca vômitos e diarréias;
  • Cobalto e seus compostos: existentes na bateria de lítio, causam a “sarna do cobalto”, além de conjuntivite, bronquite e asma.
  • Bióxido de manganês: usado nas pilhas alcalinas, provoca anemia, dores abdominais, vômitos, crises nervosas, dores de cabeça, seborréia, impotência, tremor nas mãos, perturbação emocional.


























      2.    FUNCIONAMENTO DAS PILHAS:


      Em 1800, como resultado de uma discórdia profissional sobre a resposta galvânica, advocado por Luigi Galvani (onde metais produziriam eletricidade apenas em contato com tecido animal), Volta desenvolveu a pilha voltaica (comprovando que para a produção de eletricidade, a presença de tecido animal não era necessária), um predecessor da bateria elétrica. Volta determinou que os melhores pares de metais dissimilares para a produção de eletricidade eram zinco e prata.
      Após muitas pesquisas foi desenvolvido um dispositivo formado por prata e zinco, ou prata e chumbo, ou prata e estanho ou por cobre e estanho, cada par metálico era separado por um disco de material poroso embebida em uma solução de sal, o disco inferior era sempre de prata e o superior de zinco, essas placas terminais eram ligados fios metálicos para conduzir a eletricidade produzida.
      Então, como explicaríamos o funcionamento da pilha?
      Suponhamos, por exemplo, que separemos fisicamente a barra de zinco de uma solução de sulfato de cobre.
      O zinco é imerso numa solução de sulfato de cobre, assim como uma barra de cobre. As duas barras encontram-se interligadas eletricamente mediante um fio. Este dispositivo forma uma pilha
      As barras de zinco e de cobre são denominadas eletrodos e fornecem a superfície na qual ocorrem as reações de oxidação e de redução.
      Se os eletrodos de zinco e cobre forem ligados entre si, por meio de um circuito externo, haverá um escoamento de elétrons através desse circuito, do eletrodo de zinco para o de cobre, em cuja superfície serão recebidos pelos íons Cu+2.


      3.    Conclusão:


      As pilhas podem causar muitos danos ao meio ambiente quando jogadas em lixos comuns mas a população não tem noção sobre isso por isso jogam as pilhas em lixos, rios, ruas, etc. Podemos prevenir isso se todos nós tivermos 
      consciência de como fazer a reciclagem e aonde levar.
      Hoje as pilhas são feitas em grandes quantidades para que possamos usar todos os objetos que a utilizam, mas não é somente usa-las e jogar fora. Se todos fizermos nossa parte podemos ajudar não só a nossa saúde mas também ajudar ao meio ambiente.










































      http://pt.wikipedia.org/wiki/Pilha

      São Paulo Acontece - Reciclagem de pilhas